Notas Públicas

    Com o valor menor, analistas apontam que haverá o aumento da pobreza e da desigualdade social no país.

    A reportagem é de Nayá Tawane, publicada por Brasil de Fato, 14-09-2020.

    Os impactos da pandemia são ainda maiores para a população pobre no Brasil. Com os elevados preços dos alimentos no supermercado, do gás e de outros itens básicos, garantir o sustento familiar com o auxílio emergencial de R$ 600 já era um desafio. Agora, com a redução do valor pela metade, a tendência, segundo analistas, é de aumento da pobreza no Brasil e de aprofundamento da desigualdade social.

    Estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou que 13 milhões de pessoas voltarão para a faixa mais pobre do país. Produtora de eventos, mãe solo e chefe de família, Vânia Suster recebe R$ 1.200 e conta sobre a preocupação de manter a casa com a metade do valor nos próximos meses.

    "Estou indignada e triste em saber que vou ter que me virar até o final do ano com apenas R$ 600. Que nós tenhamos voz, que possamos ser ouvidos e que o governo possa fazer algo pra melhorar isso", afirma a produtora de eventos.

    Cerca de 55 milhões de brasileiros que recebem o benefício serão afetados pela redução.

    Confira reportagem completa:

     

     

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    fonte: http://www.ihu.unisinos.br/602843-menos-r-300-reais-quais-os-impactos-da-reducao-do-auxilio-emergencial