Categoria: Política

Agitação, propaganda e mobilização

As eleições de 2022 são, sem dúvidas, as mais importantes desde a fundação da Nova República. Após o golpe de 2016 e a ascensão da extrema-direita ao poder mediante a fraudulenta eleição presidencial de 2018 – que Lula, o candidato favorito, foi impedido de concorrer – há uma crise entre aqueles que rasgaram o pacto dos anos 1980.

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O chefe do Ministério Público de São Paulo, Mario Sarrubbo, decidiu desconsiderar a Constituição em nome do corporativismo

O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA Mario Luiz Sarrubbo, chefe do Ministério Público do Estado de São Paulo, o MPSP, autorizou licenças pagas para que dois promotores disputem as eleições de outubro próximo. Algo que a Constituição diz claramente que é proibido.

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Centrão refestelado às custas da sede no Nordeste

Para irrigar interesses eleitoreiros de aliados – que já receberam R$ 3,6 bi pelo esquema do orçamento secreto –, governo interrompe o programa de cisternas que revolucionou o semiárido, e deixa 350 mil famílias à espera de água

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Recomeços cidadãos

É preciso vencer o desânimo, conforme alimenta e alicerça a esperança cristã. O Papa Francisco, na Carta Encíclica Fratelli Tutti, adverte, de modo simples e muito assertivo, a respeito deste tempo, apresentando três perigosos verbos: exasperar, exacerbar e polarizar. As atitudes conceituadas por esses três verbos obscurecem a sociedade e o horizonte urgente que inspira recomeços cidadãos.

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“Agora é que nós vamos saber o que é uma herança maldita”, alerta Gilberto Carvalho

“Desde o golpe de 2016, a destruição das ferramentas, dos instrumentos de políticas públicas foi cruel. A situação econômica do país, dada a irresponsabilidade deles, é horrível. Nós vamos ter um espaço fiscal, recursos muito menores do que nós tínhamos, e a conjuntura internacional também é pior, por isso é que nós não podemos repetir erros, nós temos que repetir os acertos”

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NOTA PÚBLICA: “Eleições e manipulação religiosa”

Frente à insistente utilização da religião com objetivos politiqueiros, é preciso que as autoridades eclesiásticas se posicionem contra quaisquer lideranças políticas que, nas eleições de outubro, usam da religião para fins meramente eleitorais, sem que assumam compromissos com a ética cristã, resumida na máxima de Jesus: “eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10, 10).    

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