Notas Públicas

    Um conjunto amplo, de mais de 500 organizações sociais, movimentos populares, redes e mandatos parlamentares de orientação progressista, denunciam a ação sistemática do Estado brasileiro no extermínio da população negra e pobre.

    O manifesto tem como destaque o assassinato do adolescente João Pedro Martins na segunda-feira (18). João estava em casa de amigos alvejada por 72 marcas de tiro durante operação policial no Complexo do Salgueiro, região metropolitana do Rio de Janeiro (RJ).

    “O que aconteceu com João Pedro tem nome: é genocídio. Por ser um jovem negro, seu corpo foi alvo fácil! Nosso manifesto é por João Pedro e também por todas as pessoas que estão na mira do genocídio! Não estamos, nem ficaremos calados diante do genocídio!”, destaca um trecho do Manifesto. O assassinato do jovem evidencia, mais uma vez, a política militarizada do Estado no qual a população negra é a principal vítima e que caminha em direção oposta ao enfrentamento das desigualdades sociais.

    “João nos deixou e foi deixado pelo Estado omisso e descomprometido com a superação da desigualdade social, política e econômica. E assim como outros jovens negros, para alguns, agora é estatística, mas para nós é um jovem negro amado pelos amigos e a família”, aponta outro trecho.

    Sob comando do governador Wilson Witzel (PSC) a polícia tem aumentado as incursões violentas às comunidades nestes últimos meses. “Os dados indicam que, durante a epidemia, nos meses de abril e maio, as polícias do Estado do Rio de Janeiro usaram mais força letal em operações policiais do que em 2019, quando o Rio de Janeiro teve o recorde de 1.810 mortes causadas por intervenção policial”, sublinha o manifesto.

    Convocado pela Coalizão Negra por Direitos, nesta terça-feira – oito dias após o assassinato de João – será realizado ato nacional, às 18h, em luto por João e por todos jovens negros vítimas da violência do Estado.

    Veja a íntegra do documento.
     

    Manifesto Luto em luta por João Pedro e todas pessoas negras vítimas da violência do Estado

    “Eles não mataram só o João, mataram o pai, uma mãe, uma irmãzinha de 5 anos” – Neilton Pinto, pai de João Pedro Mattos Pinto, 20 de maio de 2020.

    O que aconteceu com João Pedro tem nome: é genocídio. Por ser um jovem negro, seu corpo foi alvo fácil! Nosso manifesto é por João Pedro e também por todas as pessoas que estão na mira do genocídio! Não estamos, nem ficaremos calados diante do genocídio!

    Exigimos providências!

    Este crime bárbaro é mais um, que por comover todo país, torna-se símbolo da necropolítica colocada em prática pelo Estado brasileiro, capaz de manter violentas operações policiais em favelas e periferias mesmo em tempos da mais mortal pandemia que o país da viveu. Pedro e sua família obedeciam a orientação do Governador Witzel e dos organismos internacionais de saúde, como forma de se proteger da Covid19. Estavam em casa. Mas para famílias negras no Brasil, a casa, a rua, a comunidade não são sinônimo de segurança.

    Construímos este manifesto a várias mãos. Mãos essas que nas últimas décadas vêm apontando o quão excludente e genocida é a sociedade brasileira. Seguiremos escrevendo a história desta luta com todas e todos que também não compactuam com esse cotidiano de barbárie!

    Organizações, Movimentos e Coletivos juntos!

    Manifeste-se junto com a gente, deixe aqui sua assinatura.

    Quando Elza Soares cantou “A carne mais barata do mercado é a carne NEGRA”, a letra já nos sinalizava para um futuro inconstante que envolve todos os moradores de comunidades e favelas do Estado do Rio de Janeiro. Negros, periféricos, marginalizados, alvos fáceis na mira do sistema, que cotidianamente busca nos exterminar. João Pedro Mattos Pinto, 14 anos, assassinado enquanto brincava com amigos dentro de casa no morro do Salgueiro-São Gonçalo. Tal violência cotidiana assombra os morros favelas e guetos no Brasil. Aliás, a palavra violência há muito tempo deixou de ser uma ação esporádica e passou a ser a resposta primeira do Estado sobre a população de maiorias minorizadas, mas representativas nos setores econômicos e sociais. Um brutalidade que, segundo o “Atlas da Violência 2019”, organizado pela Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, recai de forma incisiva sobre a população negra e pobre.
    Segundo o referido estudo, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), entre 2007 e 2017, o número de homicídios entre pessoas negras aumentou 33,1%. Em meio a um recorde histórico de homicídios em 2017 da ordem de 65.602 vítimas, 75,5% dessas eram negras. A pesquisa também aponta que a região nordeste do país tem o maior índice de mortes violentas registradas em 2017 entre a população negra. No Rio Grande do Norte, o levantamento expõe o índice de 87 mortos a cada 100 mil habitantes negros, mais do que o dobro da média nacional. No Ceará, verifica-se um índice de 75,6; em Pernambuco, 73,2; em Sergipe, 68,8; e, em Alagoas, registra-se um índice de 67,9.

    Não muito diferente das demais localidades, o Rio de Janeiro, na região sudeste, é um dos que mais mata no Estado Brasileiro, e o histórico de violências do estado já é conhecido por boa parte da população periférica. Histórico esse que em tempos de pandemia vem crescendo a cada dia. Só entre os dias 15 e 19 de março de 2020, início do isolamento social, os agentes de segurança pública do estado mataram 69 pessoas. Entretanto, as mortes em operações monitoradas, que tiveram uma drástica queda no começo da epidemia (-82,6% em março), superaram as do ano passado em abril e maio (aumento de 57,9% em abril e 16,7% até 19 de maio). Os dados indicam que, durante a epidemia, nos meses de abril e maio, as polícias do Estado do Rio de Janeiro usaram mais força letal em operações policiais do que em 2019, quando o Rio de Janeiro teve o recorde de 1.810 mortes causadas por intervenção policial.

    João Pedro, preto e morador de favela, representa a esperança interrompida. Assim como boa parte dos jovens brasileiros, João Pedro tinha sonhos, queria ser advogado e era “o amor” de uma mãe, de um pai, de uma irmã, de uma família e uma comunidade inteira, que assim como o jovem negro João foram atravessados pela “bala” do Estado do Rio de Janeiro.

    João nos deixou e foi deixado pelo Estado omisso e descomprometido com a superação da desigualdade social, política e econômica. E assim como outros jovens negros, para alguns, agora é estatística, mas para nós é um jovem negro amado pelos amigos e a família. Por isso, ao homenagearmos João Pedro Mattos Pinto, lembraremos e acolheremos todas as famílias e amigos que tiveram suas histórias aniquiladas pela mão do Estado. Acolheremos com afeto todas e todos nós, nossos medos, mas também nossa capacidade de nos levantar do chão, onde querem nos deixar. Não ficaremos! Somos herdeiras e herdeiros de quem não sucumbiu ao terror. De quem, acorda cedo, sonha, trabalha e batalha o dinheiro para seu sustento. Faremos por João Pedro, Ágatha, Renan, Iago, João Vitor, Rodrigo e tantos outros corpos pretos a oração, ação com arte e confiança na luta que só nossa unidade construirá. Somos a maioria da população brasileira, segundo país de gente negra no mundo. Seremos capazes de nos abraçar de novo, de transformamos o luto em luta e de gritar a uma só voz: Nossos corpos e nossas vidas têm voz!

    “Minha luta por memória é UM sorriso lindo. Um sonho foi embora junto com meu filho Daniel naquele dia. Só trocaria minha vida pela dele. Hoje, minha luta é abraço, acolher, unir força, foco e fé na justiça pelos nossos filhos. Sonhos destruídos por nada” – Joseane Martins de Lima Ferreira, mãe de Daniel Martins Nunes de Oliveira, morto no Km 32, Nova Iguaçu em 26 de maio de 1990.

    Exigimos providências!

    Anexamos a este manifesto as diversas iniciativas já protocoladas e em andamento de combate a necropolítica e para a promoção de direitos para a população negra.

    A Coalizão Negra Por Direitos, junto com iniciativas que articulam e assinam este ato, enviou às autoridades do Rio de Janeiro requerimentos solicitando resoluções sobre a ação policial do Estado que resultou na morte de 13 pessoas em operações realizadas nos últimos dias no Complexo do Alemão. João Pedro Mattos Pinto é uma delas. Notificamos organismos nacionais: MPRJ (https://bit.ly/2WY8r3v), ALERJ, Comando Geral da PM – RJ (https://bit.ly/2ZsWMLX), Governador do Rio de Janeiro (https://bit.ly/36oWA1A), Secretaria da Segurança Pública do RJ (https://bit.ly/3eqbg3x), Corregedoria Geral da PM (https://bit.ly/2TzrfnD) para que haja investigação e responsabilização pelo caso. Além disso, denunciamos a ação internacionalmente, em pedido direcionado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos para que cobrem as devidas providências ao Estado brasileiro. Reivindicamos a identificação e responsabilização penal dos policiais envolvidos, além da criação de formas de controle para que essas ações não mais aconteçam.

    As vozes, narrativas e sonhos, ressoam uns nos outros! E ainda que o Estado nos faça de alvos, continuamos em luta, assim nos ensina Lélia Gonzalez, “trazemos conosco a marca da libertação de todos e todas, portanto nosso lema deve ser: organização já!”. O genocídio precisa ser nomeado! Para conhecer a campanha que exige das mídias o uso do termo genocídio para as mortes da população negra acesse alvosdogenocidio.org.

    Organizações, Movimentos e Coletivos juntos!

    Quem está conosco
    1 – ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as – Nacional
    2 – AERJ- Associação de Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro
    3 – AFAPERJ – Associação dos Familiares e Amigos dos presos e egressos do Estado do Rio de Janeiro
    4 – AfirmAção Rede de Cursinhos Populares – ES
    5 – Afosin e Coletivo Infâncias
    6 – Africanamente Centro de Pesquisa Resgatar Preservação de tradições afrodescendentes – RS
    7 – Afrocentricas-SE
    8 – Afro-Gabinete de Articulação Institucional e Jurídica – BA
    9 – Afronte
    10 – Afrosin
    11 – AGANJU – Afro Gabinete de Articulação Institucional e Jurídica
    12 – Agar – Mulheres Negras e Espiritualidade
    13 – AGAR Mulher Negra e Espiritualidade
    14 – Agência de comunicação comunitária Fala Manguinhos
    15 – AGÊNCIA SOLANO TRINDADE
    16 – AGO LONA
    17 – Ajuda João Pedro
    18 – Akanni – Instituto de Pesquisa e Assessoria em Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnias – RS
    19 – ALAGBARA – Articulação de Mulheres Negras e Quilombolas do Tocantins
    20 – Aldeia ubuntu vale do Akoko
    21 – Alma Preta – SP
    22 – AMBrio
    23 – Amparar – Associação de Amigos e Familiares de Presos – SP
    24 – ANEPE – Articulação Negra de Pernambuco
    25 – ANISTIA Internacional SP
    26 – APN’s – Agentes de Pastoral Negros – Nacional
    27 – APS
    28 – Articulação de Mulheres Brasileiras
    29 – Articulação Nacional de Negras Jovens Feministas – ANJF – RJ
    30 – Articulação Nacional de Psicólogas(os) Negras(os) e Pesquisadoras(es) – ANPSINEP
    31 – Articulação Plano Popular das Vargens
    32 – As Mariamas
    33 – As Ruths- organização de mulheres negras e conhecimento
    34 – Assessoria Popular Maria Felipa – MG
    35 – Associação Apadrinhe um Sorriso e Movimenta Caxias
    36 – Associação Ballet Manguinhos
    37 – Associação Baobá de Canto Coral
    38 – Associação Brasileira de Juristas pela Democracia – ABJD
    39 – Associação Cultural Casa do Beco
    40 – Associação Cultural e Esportiva da Comunidade de Canabrava
    41 – Associação Cultural Opereta
    42 – Associação de Amigos e Familiares de Pessoas em Privação de Liberdade – MG
    43 – Associação de Defesa do Povo Caiçara-ADPC
    44 – ASSOCIAÇÃO DE HIP HOP FAVELAFRO
    45 – Associação de moradores e amigos do morro do feijão e adjacências
    46 – Associação de Mulheres Mãe Venina do Quilombo do Curiau – AP
    47 – Associação de Mulheres Negras do Acre
    48 – Associação de Sambistas, Terreiros e Comunidades de Samba do Estado de São Paulo – ASTEC
    49 – Associação do conjunto Cesarão Rio de Janeiro
    50 – Associação Elas Existem Mulheres Encarceradas
    51 – Associação Étnicas Raizes
    52 – Associação Franciscana de Defesa de Direitos e Formação Popular – SP
    53 – Associação Janusz Korczak Brasil – AJKB
    54 – Associação Lifewords Brasil
    55 – Associação Proj. Integrados de Desenv. Sust. – PIDS (NUDDH infância e juventude) – SP
    56 – Atinuké – Coletivo sobre o pensamento de Mulheres Negras – RS
    57 – Atu Produtoras Negras
    58 – Ayé
    59 – Baba Gilmar de Yansan de São Gonçalo
    60 – BAILE CHARME EU AMO SÃO GONÇALO
    61 – Bancada ativista SP – Erika Hilton
    62 – Biblioteca de Aulas
    63 – Bloco Afro Kekerê
    64 – Bloco Arrasta-Bloco de Favela – MG
    65 – Brigadas Populares
    66 – Caminha Rio
    67 – Campanha 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo
    68 – CANDACES – BR rede nacional de lésbicas e bissexuais negras e feminista
    69 – CAPDEVER
    70 – Capoerelas
    71 – Casa das Pretas – RJ
    72 – Casa de Artes e Culturas Percilia Teles da Silva & coletivo PraComu
    73 – Casa do Hip Hop Taquaril MG
    74 – Casa do Túlio que foi à África (grupo virtual)
    75 – Caxambu do Horizonte
    76 – CCD-LL
    77 – CCRIA-LO Comunidade da Compreensão e Restauração Ilê Asé Logun Ede – SP
    78 – CCRIAS – SP
    79 – CEAP – Centro de Articulação de Populações Marginalizadas – RJ
    80 – CEBI – Centro de Estudos Bíblicos – Bahia
    81 – CECUNE – Centro Ecumênico de Cultura Negra – RS
    82 – CEDECA RIO DE JANEIRO
    83 – CEDENPA – Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará
    84 – CEDICUN- Centro de Estudos e Divulgação das Culturas Negras
    85 – CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades
    86 – Central de Movimentos Populares – CMP
    87 – Central Única dos Trabalhadores no Estado do RJ
    88 – Centro de Atividades Culturais Econômicas e Sociais (CACES) – RJ
    89 – Centro de Cultura e Direitos Humanos – SP
    90 – Centro de Cultura Negra do Maranhão
    91 – Centro de Direitos Humanos de Sapopemba
    92 – Centro de Formação do(a) Negro(a) da Transamazônica e Xingu – PA
    93 – Centro Feminista de Estudos e Assessoria – CFEMEA
    94 – CGI Conselho Gestor Intersetorial de Manguinhos
    95 – Cia de Danza Sikelel’y Negr’Art
    96 – Cia dos Comuns – RJ
    97 – Cia Passinho Carioca – RJ
    98 – Círculo Palmarino – SP
    99 – Coletiva Emana
    100 – ColetivA ocupação
    101 – Coletiva Popular de Mulheres da Zona Oeste RJ
    102 – Coletivo DIAS DE LUTA ANTIRRACISMO-RJ
    103 – Coletivo 20 de Novembro – BA
    104 – Coletivo Abayomi
    105 – Coletivo Ação Zumbi
    106 – Coletivo Afrodivas de Niterói – Brasileiras & Cia
    107 – Coletivo Amazônico LesBiTrans – PA
    108 – Coletivo Baixada Ativa
    109 – Coletivo Black Power Grajaú São Paulo
    110 – COLETIVO CULTURAL ASSIMGUETO
    111 – Coletivo Dandaras para sempre
    112 – Coletivo de acolhimento a mulheres negras Luiza Mahin
    113 – Coletivo de Combate ao Racismo Carolina Maria de Jesus/Sindute MG
    114 – Coletivo de Combate às Opressões – SEPE Niterói
    115 – Coletivo de Estudantes Negras e Negros da UFF/ANGRA – UBUNTUFF
    116 – Coletivo de Estudantes Negrxs da UFF – RJ
    117 – Coletivo de Juventude Negra Cara Preta – PE
    118 – Coletivo de Mães e Familiares de Vítimas do Terrorismo do Estado – BA
    119 – Coletivo de Mulheres Negras Ayomidê Yalodê
    120 – Coletivo de mulheres Pegada Nago
    121 – Coletivo de mulheres que movem
    122 – Coletivo Denegrir
    123 – Coletivo EKO de Educadorxs Negrxs e Indígenas de Duque de Caxias
    124 – Coletivo feminista da FMU Mariele franco
    125 – Coletivo Flores de Baobá- Escritoras Negras
    126 – Coletivo Juntos!
    127 – Coletivo Luisa Mahin – RJ
    128 – Coletivo Luiza Bairros – BA
    129 – Coletivo Maitê Ferreira (CMF/CEAP)
    130 – Coletivo MARÉ 0800 – Mov de favelas do RJ
    131 – Coletivo Marielle Franco Cariri
    132 – Coletivo Massa
    133 – Coletivo Minas da Baixada
    134 – Coletivo Mulheres Mulheres do Salgueiro/SGc
    135 – Coletivo Nacional de Combate ao Racismo da Cut
    136 – Coletivo Nacional de Juventude Negra – ENEGRECER
    137 – Coletivo NegraSô – Coletivo de alunos negros da PUC-SP
    138 – Coletivo Negro Carolina de Jesus
    139 – Coletivo Negro Claudia da Silva Ferreira
    140 – Coletivo Negro da Fiocruz
    141 – Coletivo Negro Dandara – UNESP/Assis SP
    142 – Coletivo Negro Ẹbí
    143 – Coletivo Negro Kimpa – Unesp Bauru SP
    144 – Coletivo Negro Núcleo Ayé FMUSP
    145 – Coletivo Negro Patrice Lumumba
    146 – Coletivo Negro Patrice Lumumba
    147 – Coletivo Negro UFMT
    148 – Coletivo Negro Universitário UFMT – MT
    149 – Coletivo Nuvem Negra – RJ
    150 – Coletivo Papo de Laje
    151 – Coletivo parto seguro
    152 – Coletivo Ponte Cultural
    153 – Coletivo Pretas Ruas
    154 – Coletivo Preto Virgínia Leone Bicudo – Psicologia UFRJ
    155 – Coletivo Recriando Manguinhos
    156 – Coletivo Resistência
    157 – Coletivo Resistência Cultural – RJ
    158 – Coletivo Sapato Preto Lésbicas Negras da Amazônia
    159 – Coletivo Ubuntuff
    160 – Coletivo União das Pretas
    161 – Coletivo União das Pretas – RP
    162 – Coletivos negras e negros raizes da liberdade
    163 – Coletuvo Corpo Negra
    164 – Comacs Manguinhos RJ
    165 – Comissão da diversidade sexual e de gênero da OAB/RO
    166 – Comissão Igualdade Racial da OAB-NITERÓI
    167 – Comitê popular de crise de SG vi
    168 – Comscs Manguinhos RJ
    169 – COMUNEMA – Mulheres Negras Maria Maria – PA
    170 – Comunidade Cultural Quilombaque – SP
    171 – Comunidade das Águas que se Renovam CAREOS – SP
    172 – Comunidade de Roda de Samba Pagode NA Disciplina – SP
    173 – Comunidade Terreiro Ilê Ase Iyemonja Omi Olodo – RS
    174 – Comunidade Terreiro Ile Aşę Omiojuaro – RJ
    175 – CONAQ – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas – Nacional
    176 – Conectas Direitos Humanos
    177 – CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras
    178 – CONEPIR (conselho estadual de promoção da igualdade racial)
    179 – Confederação Nacional das Associações de Moradores- CONAM
    180 – CongaProduções
    181 – Conjuntura Nacional e Luta Contra o Racismo e o GPMC
    182 – Conselho de promoção igualdade racial e conselho da Mulher
    183 – Conselho do Povo de Terreiro do Estado do RS
    184 – Conselho Estadual de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra de SP
    185 – Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial do ES
    186 – Cooperifa – SP
    187 – CPP – Conselho Pastoral dos Pescadores – BA
    188 – Creche SICAM Manguinhos
    189 – CRENLEGO – Centro de Referência Negra Lélia Gonzales – GO
    190 – CRIOLA – RJ
    191 – DCE Mário Prata – UFRJ
    192 – DCE UNIRIO
    193 – Desencarcera RJ
    194 – Dinossauros do Funk
    195 – DNÁfrica
    196 – Dutra Filmes, produtora
    197 – Editora África e Africanidades
    198 – Educafro – Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes – Nacional
    199 – Educandário Senhor Bom Jesus dos Passos
    200 – EKO – Coletivo de Educadorxs Negrxs e Indígenas de Duque de Caxias
    201 – ENAR – European Network Against Racism – UE
    202 – ErêYá Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação das Relações das Étnico-raciais UFPR
    203 – Escola Aldeia Ubuntu Vale do Akòko.
    204 – Escrevivendo a Liberdade e Grupo Ujima
    205 – Espaço Casa Viva
    206 – Espaço Sociocultural KUNTA KINTÊ
    207 – Eu sou Eu
    208 – Eu Sou Fruto de Favela – PE
    209 – Favelados e periféricos
    210 – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional
    211 – Federação Nacional das Trabalhadoras Domesticas – FENATRAD – Nacional
    212 – Federação Nacional dos Estudantes do Campo de Públicas – FENECAP
    213 – Federação Nacional dos Estudantes do Campo de Públicas – FENECAP
    214 – FEJUNN (Frente de Juristas Negras e Negros)
    215 – FENET – Federação Nacional dos Estudantes em Ensino Técnico
    216 – Fórum da Amazônia Oriental FAOR
    217 – Fórum de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente de SP
    218 – Fórum de Mulheres Negras de Mato Grosso – MT
    219 – Fórum em Defesa do Ensino e dos (das) Professores(as) de História
    220 – Fórum Estadual de Mulheres Negras da Zona Oeste
    221 – Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro
    222 – Fórum Formação Política de Mulheres Negras Marielle Franco – BA (Fórum Marielles de Salvador)
    223 – Fórum Grita Baixada
    224 – Fórum Grita Baixada – Nova Iguaçu
    225 – Fórum Municipal de educação inclusiva
    226 – Fórum Nacional de Performance Negra – RJ
    227 – Frente Brasil Popular
    228 – Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito
    229 – Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno
    230 – Frente Estadual de Juristas Negras e Negros do RJ – FEJUNN RJ
    231 – Frente Favela Brasil
    232 – Frente Nacional de Mulheres do Funk – SP
    233 – Frente Nacional Makota Valdina – BA
    234 – FRENTE NACIONAL NEGROS (AS) – RJ
    235 – GAJOP – Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares – PE
    236 – Geledés – Instituto da Mulher Negra
    237 – GENI/ UFF
    238 – Grupo Aya Sankofa de Estudos Decoloniais em matemática
    239 – Grupo Candaces – UNEB- Salvador
    240 – Grupo Candaces da UNEB Salvador
    241 – Grupo Cultural AfroReggae
    242 – Grupo Cultural Capoeira Malta da Serra
    243 – Grupo de Apoio a prevenção da AIDS /RS
    244 – Grupo de estudos conjuntura nacional e luta contra o racismo
    245 – Grupo de Estudos Herbert Daniel
    246 – Grupo de Estudos Sobre Relações Étnico-Raciais BA
    247 – Grupo de pesquisa ALTERITAS: diferença, arte e educação/ UFSC
    248 – Grupo de Pesquisa Ativista Audre Lorde/UNIR/RO
    249 – Grupo de pesquisa Conjuntura Nacional e luta contra o racismo, UFRRJ
    250 – Grupo de Pesquisa da UFRRJ GPMC,
    251 – Grupo de Pesquisa em Politicas Publicas, Movimentos Sociais e Culturas GPMC/UFRRJ/UERJ
    252 – Grupo de Pesquisa NUFIPE-UFF
    253 – Grupo Mulheres do Brasil
    254 – Grupo Todos Unidos Mudaremos o Mundo
    255 – Harambee – Grupo de Estudos e Pesquisa em Saúde da População Negra / UFRGS
    256 – Hip Hop PE em ação
    257 – Historiadores negros
    258 – Hypatia – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Gêneros Ciências e Culturas (UFPE)
    259 – IBD – Instituto Brasileiro de Diversidade – SP
    260 – IDEAS – Assessoria Popular – BA
    261 – Igreja evangélica Assembléia de Deus do Ministério Luz Apostólica
    262 – Igualdade Racial da Associação Brasileira de Advocacia Criminal
    263 – IKJ- Instituto Kevyn Johnson
    264 – Ile Ase Omi Ewe Ajase e Caboclo Folha Verde – SP
    265 – Ile Aşę Omiojuaro – RJ
    266 – Ilê Asé Oya e Ogun
    267 – Ilê Asé Oya Mesan Orum – SP
    268 – Ile Axé Igi Gi Oju Omi.
    269 – Ilê Obá Ketu Axé Omi Nlá – SP
    270 – Ilé Ọdẹ Maroketu Àṣẹ Ọba – SP
    271 – Ilê Omolu Oxum – RJ
    272 – Ile Ọyá Toningebé Fàrá Gèngbèlé – SP
    273 – IMUNE – Instituto de Mulheres Negras – MT
    274 – Inesc instituto de estudos socioeconômicos
    275 – Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial – RJ
    276 – Innpd – Iniciativa Negra por Uma Nova Política Sobre Drogas – Nacional
    277 – Instituto Afrolatinas – DF
    278 – Instituto AMMA Psique e Negritude – SP
    279 – Instituto Ayuele
    280 – Instituto Bamburusema de Cultura Afro Amazônica (IBAMCA) – PA
    281 – Instituto Búzios – BA
    282 – Instituto Búzios – RJ
    283 – Instituto de Formação Humana e Educação Popular
    284 – Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso – IMUNE MT
    285 – Instituto de Mulheres Negras do Amapá
    286 – Instituto de Referência Negra Peregum – SP
    287 – Instituto do Negro de Assis Sp – Zimbáue
    288 – INSTITUTO ELIMU- PROF. CLEBER MACIEL
    289 – Instituto Equânime Afro Brasil – SP
    290 – Instituto Hamilton Cardoso
    291 – Instituto Latino Americano de Tradições Bantu (ILABANTU)
    292 – Instituto Marielle Franco – RJ
    293 – Instituto Nangetu de Tradição Afro e Desenvolvimento Social – PA
    294 – Instituto Negra do Ceará – INEGRA
    295 – Instituto Omolara Brasil – SP
    296 – Instituto Social Black Brasil
    297 – Instituto Soma Brasil
    298 – Instituto Steve Biko – BA
    299 – Insurgência
    300 – Intersindical central da Classe trabalhadora
    301 – IPEAFRO
    302 – IROHIN – Centro de Documentação, Comunicação e Memória Afro Brasileira – BA
    303 – ISER ASSESSORIA
    304 – Jornal Empoderado
    305 – Jornalistas Livres
    306 – Justiça Global
    307 – Juventude Carioca 23/Cidadania -RJ
    308 – Juventude Negra Política
    309 – Kitembo Laboratório de Estudos da Subjetividade e Cultura Afro-brasileira
    310 – Kombativa – Cooperativa Social Latinoamericana de Direitos Humanos – SP
    311 – Kwe Ceja Togun Hunde – SP
    312 – Laboratório de estudos de questões de genêro, étnico-raciais e direitos humanos – LEFERCE/Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
    313 – LBL – Liga Brasileira de Lesbicas
    314 – Liga Bibliotecária
    315 – Liga Brasileira de Lésbicas
    316 – Linhas de Sampa
    317 – Luto em luta por Joao pedro
    318 – MABE – Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara – MA
    319 – Mães de Maio – SP
    320 – Mães pretas presentes
    321 – Mães Universitárias-Unimontes
    322 – Mahin Organização de Mulheres Negras – BA
    323 – Mandata Dani Monteiro
    324 – Mandata Quilombo Erica Malunguinho
    325 – Mandata Quilombo Mônica Francisco
    326 – Mandata Renata Souza
    327 – Mandata Taliria Petrone
    328 – Mandato Áurea Carolina
    329 – Mandato do Fábio Félix
    330 – Mandato Jandira Feghali Dep. Federal
    331 – Mandato Marcelo Freixo
    332 – Mandato Orlando Silva
    333 – Mandato Popular Renatinho do PSOL
    334 – Mandato Verônica Lima e também a COLE (Coletiva Feminista das Lésbicas e Bissexuais de Niterói)
    335 – Manguinhos Solidario
    336 – ManifestA coletivA
    337 – Manifesto luto em luta por João Pedro
    338 – Marcha da consciencia negra Jundiaî
    339 – Marcha das Mulheres Negras de São Paulo
    340 – MLPC/PE – MOVIMENTO DE LUTA POPULAR E COMUNITARIO DE PERNAMBUCO
    341 – MNLM-OLMP
    342 – MNMB
    343 – MNU – Movimento Negro Unificado – Nacional
    344 – Movimenta Caxias – RJ
    345 – Movimento articulação de infâncias
    346 – Movimento Articulação Infâncias
    347 – Movimento Black RS
    348 – Movimento Conta a Intolerância Religiosa
    349 – Movimento Correnteza
    350 – Movimento de Mulheres do Subúrbio Ginga
    351 – Movimento de Mulheres Olga Benário
    352 – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
    353 – Movimento Feminista
    354 – Movimento Focolares
    355 – Movimento hip hop
    356 – Movimento Moleque – RJ
    357 – Movimento Mulheres Negras Decidem
    358 – Movimento Negro do PDT
    359 – Movimento Negro Evangélico – PE
    360 – Movimento Negro Perifa Zumbi
    361 – Movimento Negro Perifa Zumbi
    362 – Movimento Popular de Favelas
    363 – Movimento Popular de favelas / Parem de Nos Matar
    364 – Movimento Rolezinho das Caras Pretas
    365 – Movimento Ser Ògá – SP
    366 – Movimento Ubuntu Afro-brasileiro
    367 – MPP – Movimento de Pescador e Pescadora de Ilha de Maré – BA
    368 – MSTC
    369 – MUCA- Mulheres Unidas do Caratoira
    370 – Mulheres de Asé do Brasil
    371 – Mulheres de Axé do Brasil – MG
    372 – Mulheres Negras Afica/AFEFÉ
    373 – Mulheres Negras Decidem
    374 – Mundo Afro
    375 – NEAB SANKOFA – ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL ADOLPHO BLOCH
    376 – Neab Ufes
    377 – NEABI IFRN Ipanguaçu
    378 – NEAB-SANKOFA da ETEAB-FAETEC
    379 – Negras e Negros em Ação
    380 – Nenhum Serviço de Saúde a Menos
    381 – NESEN/UFF – Núcleo de Estudos sobre Saúde e Etnia Negra/Universidade Federal Fluminense
    382 – Niehlafro MG
    383 – Nós Temos Um Sonho – #NTUS – MG
    384 – Nossas Vidas Importam
    385 – NOVA FRENTE NEGRA BRASILEIRA
    386 – Núcleo Ayé
    387 – Núcleo Ayé (Coletivo negro da FMUSP)
    388 – Núcleo de Assistentes Sociais
    389 – Núcleo de Estudos Africanos e Afro-brasileiros – NEAB/UFABC SP
    390 – Núcleo de Gênero e Raça do Sindprevs/SC
    391 – Núcleo de Negros Negras e Indígenas
    392 – Núcleo Estadual de Mulheres Negras do Espírito Santo
    393 – Núcleo Interseccional em Estudos da Maternidade – NIEM
    394 – Nucleo Marielle Franco-PI
    395 – Núcleo Transcrim
    396 – Núcleo vida e cuidado UFSC
    397 – NUVIC – Nucleo de Estudos e Pesquisas sobre as violências da UFSC
    398 – Observatório de Favelas
    399 – Ocupação Cultural Jeholu – SP
    400 – Odara Instituto da Mulher Negra
    401 – Okan Dimó
    402 – OLPN – Org p/ Libertacao do Povo Negro
    403 – Olubayo
    404 – ONDJANGO – Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros – RJ
    405 – Ong Ekokatu
    406 – Organização de Mulheres Negras Ativas – MG
    407 – Organização Luiza Mahin – BA
    408 – Organização Mulheres de Atitude
    409 – Orgulho Afro
    410 – Pão e Poesia Jundiai
    411 – Pare de Nos Matar
    412 – Parem de nos matar
    413 – PCB
    414 – Pegada Nagô
    415 – PerifaConnection – RJ
    416 – Pique-Trans- UFMG
    417 – Plataforma de Direitos Humanos – Dhesca Brasil
    418 – Plenária de Mulheres Negras de Londrina e Região Norte do Paraná
    419 – Portal d@ Educador@
    420 – Pretas em Movimento – MG
    421 – Pré-Vestibular Popular +Nos – RJ
    422 – Proceso de Comunidades Negras en Colombia
    423 – Produtora Mungunzá
    424 – Projeto Afará
    425 – Projeto de Educaçãoducação Popular INTEGRAR
    426 – Projeto Herbert de Souza
    427 – PROJETO MARIAS DE MANGUINHOS
    428 – Projeto Marias de Manguinhos
    429 – Projeto Mulheres Mulheres Negras Construindo Visibilidade
    430 – Projeto Tumbeiro Arte na Lagoa
    431 – Psicologia preta
    432 – Psol
    433 – PT
    434 – PVNC – Pré-Vestibular para Negros e Carentes – RJ
    435 – PVNC Vila Operária
    436 – QRC – Quilombo Raça e Classe
    437 – Quilombo Intelectual
    438 – Quilombo Rio dos Macacos – BA
    439 – Rádio Capoeira e Rede Nacional de Ação pela Capoeira
    440 – Rede Antirracista Quilombação
    441 – Rede Bragantina de Economia Solidária – PA
    442 – REDE DAS PRETAS – COLETIVO DE MULHERES NEGRAS DA REGIÃO DOS LAGOS
    443 – Rede de Apoio a Egressos do Sistema Penitenciário
    444 – Rede de comunidade e movimento contra violência
    445 – Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência – RJ
    446 – Rede de Historiadorxs Negrxs – Nacional
    447 – Rede de mães e familiares da baixada vítimas de violência do Estado
    448 – Rede de Mulheres Negras – PA
    449 – Rede de Mulheres Negras de Alagoas
    450 – Rede de mulheres Negras de Pernambuco
    451 – Rede de Mulheres Negras do Ceará
    452 – Rede de Mulheres Negras do Rio de Janeiro
    453 – Rede de Proteção e resistência ao Genocídio – SP
    454 – Rede Emancipa – movimento social de educação popular
    455 – Rede Internacional de Negras/os Pós Graduandas/os – RINPG
    456 – Rede Jubileu Sul
    457 – Rede Lai Lai Apejo- Saúde da População Negra
    458 – Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas
    459 – Rede Nacional de Lésbicas e Mulheres Bissexuais Negras Feministas Candaces
    460 – Rede Nacional de Mulheres Negras no Combate
    461 – Rede Nacional de Negras e Negros LGBT
    462 – Rede Rio Criança
    463 – Rede Sapatá – PE
    464 – Rede Ubuntu de Educação Popular – SP
    465 – Rede Urbana de Ações Sócioculturais – DF
    466 – Redeccap
    467 – RENAFRO – Rede Nacional de Religiões Afro Brasileiras e Saúde – Nacional
    468 – Renap
    469 – RESISTÊNCIA FEMINISTA
    470 – Revista África e Africanidades
    471 – Roda cultural da central
    472 – Roda Cultural da central / Rap Resistência Viva
    473 – RODA TERAUPEUTICA DAS PRETAS
    474 – RUA – Juventude Anticapitalista
    475 – Rua Juventude Anticapitalista – Setorial de Negritude
    476 – Samba de Roda Nega Duda
    477 – Samba Negras em Marcha
    478 – Secretaria de Gênero , Raça e Etnia do SINDSPREV/RJ
    479 – Segunda zona PT Bahia
    480 – Sempre Mulher Instituto de Pesquisa e Intervenção sobre Relações Raciais
    481 – Sepe Niterói
    482 – Sindicato dos Bancários de Jundiaí
    483 – Sindicato dos Modelos Profissional do Estato do Rio de Janeiro
    484 – Sindiupes Secretaria de Combate ao racismo / MNU
    485 – SindModel-RJ Sindocato dos Modelos Profissionais do Estado do Rio de Janeiro
    486 – Sinpro Rio
    487 – Sociedade Protetora dos Desvalidos – SPD – BA
    488 – SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia
    489 – SOS Emprego
    490 – Subverta
    491 – Tecendo a Democracia
    492 – Teia de Solidariedade Zona Oeste
    493 – Terra de Direitos
    494 – Terreiro do Cobre – BA
    495 – Toco Filmes – SP
    496 – UBM – União Brasileira de Mulheres
    497 – UBM Rondônia
    498 – UNEafro Brasil
    499 – UNEGRO – União de Negros pela Igualdade
    500 – União da Juventude Rebelião
    501 – União da juventude socialista feminista Rondônia
    502 – União das Pretas Ribeirão Preto
    503 – União Nacional dos Estudantes – UNE
    504 – União por moradia popular do Estado Rio de janeiro
    505 – Unidade Classista Duque de Caxias
    506 – Unidade popular pelo socialismo – UP
    507 – Unidade Popular RJ
    508 – Voz da Baixada – RJ
    509 – #PorqueLutamos
    510 – @movimentoblackrs

    Assessoria de comunicação Terra de Direitos

    fonte: https://terradedireitos.org.br/noticias/noticias/em-manifesto-mais-de-500-organizacoes-denunciam-o-genocidio-de-joao-pedro-e-da-populacao-negra/23342